Arquivo para junho \24\UTC 2011

Anna e o Beijo Francês

“Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também,
embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados
Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa,
que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louvre, tem o formato de uma pirâmide, e a
Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços. E tem cafés e bistrôs — ou qualquer nome que eles dão
a estes — em cada esquina… Não é que eu seja ingrata, quero dizer, é Paris. A Cidade Luz! A cidade mais romântica
do mundo.”
Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor
norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem
um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer.Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece
Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada… Anna
e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris
terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?
Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos
formigando e corações derretendo.

Sabe aquele livro que te deixa com aquele efeito de leveza? Com sorrisos espalhados por onde passa, destilando alegria?

Anna e o Beijo Francês é esse livro. O livro que te faz desejar que haja mais e mais páginas para que você não tenha que dizer adeus à história, para que você continue acompanhando os personagens. Para que possa imaginar, e vivenciar, aquela história tão envolvente.

Com todos estes sintomas, e outros mais, fará você não somente amar o livro, como transformá-lo em seu livro de cabeceira!

O único ponto negativo em tocante ao livro, fica pela maneira complicada como as frases foram montadas. Não sei se a autora escreveu assim, ou foi como a tradutora, e a editora nacional fez a edição, porém, o resultado é uma confusão, tirando, muitas vezes, o clímax.

Acaba tornando-se rotina reler algumas frases, para que possa entender o seu real significado.

É o único problema, porque do resto, super indico!

P.S. Não sei se foi só eu, mais imaginei a Anna bem diferente da modelo que colocaram na capa. rs

P.S.2 Sem contar que Étienne é tudo de bom. rs

leonardo.

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X-MEN: Primeira Classe

‘X-Men: Primeira Classe’ conta a história do épico início da saga dos X-Men e revela a história secreta de famosos eventos globais. Antes dos mutantes se revelarem ao mundo, e antes de Charles Xavier e Erik Lensherr assumirem os nomes de Professor X e Magneto, havia dois jovens descobrindo seus poderes. Nada de arqui-inimigos: naquela época, eles eram amigos íntimos e trabalhavam junto com outros mutantes (algo familiar, algo novo) para deter o Armagedom. Nesse processo, uma grave desavença aconteceu, dando origem à eterna guerra entre a Irmandade de Magneto e os X-Men do Professor X.

Não chego a ser um Geek como o pessoal de The Big Bang Theory mas amo de paixão determinadas coisas ligadas à este mundo Nerd. E HQs é um deles. X-Men é um grande tópico entre alguns amigos, e passamos horas e horas discutindo sobre determinadas sagas, personagens, etc. Principalmente, comentando sobre as adaptações feitas para o cinema, e não poderia deixar de dedicar um post ao novo filme dos mutantes.  Carrego a opnião de que os dois primeiros filmes da trilogia X-Men foram excelentes. O terceiro filme é apenas um filme, faltou aquela paixão pela história em si, ficou meramente uma adaptação. Mas este X-Men Primeira Classe é um filme completamente expetacular. Supera qualquer outra adaptação já feita aos super-heróis de qualquer universo, e opaca um pouco o brilho da saga inicial dos mutantes.

Um dos motivos, que é muito bem perceptível, é visar o lado humano nos personagens, e não fazer um filme de pancadaria – vide Transformes 2. O filme flui num ritmo muito bom e a cada cena você é presenteado, seja visualmente falando, seja em questão de roteiro.

Porém mesmo o filme contando desde o princípio, acredito que para se obter uma completa experiência, absorvendo tudo o que ele consegue proporcionar, é preciso se ter no minímo de conhecimento sobre os X-Mens. E assistir a trilogia seria ótimo – e bem mais rápido.

Indico, com muito fervor! É muito, muito bom.

leonardo.


Leo. O dono dos pensamentos aqui depositados.

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