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Entre Abelhas

Entre Abelhas

Coisas estranhas começam a acontecer na vida de Bruno, um jovem de quase 30 anos que acaba de se separar da mulher. Bruno tropeça no ar, esbarra no que não vê – até perceber que as pessoas ao seu redor estão desaparecendo só para ele. Os dias correm e a situação só piora. Com a ajuda da mãe e do melhor amigo, Bruno tentará se adaptar a esse novo mundo com cada vez menos gente.

Sempre que vou ao cinema adentro um mundo novo. Cada película consegue transportar sua atmosfera para aquela sala escura e livre de sons externos, e com essa proeza, viajo para inúmeros lugares.

E quando um filme é realmente bom, não somente sou transportado para seu mundo particular, mas também trago comigo um pedaço dele. Há filmes em que passo alguns horas após seu término, ponderando sobre o que acabei de “degustar“; enquanto outros, passam-se dias, semanas, ou, em uma lista dos grandes títulos, carrego suas imagens, sons e história para sempre, me lembrando a cada dia de um título, conforme surja a associação.

E hoje, há um novo “membro” na lista dos grandes títulos: Entre Abelhas.

Quando as luzes do cinema se ascenderam, dentro de mim algo foi tirado, ou melhor seria dizer, acrescentado. O vazio, o abandono e o medo que percorre a metragem se instauraram em mim. Não de uma maneira ruim, longe disso. Apenas consegui sentir o que a personagem – ou nós mesmos – enfrenta nesses dias atribulados: estamos nos desconhecendo. Não temos controle sobre nossas ações, e muitas vezes, acabamos por adentrar em um novo estágio que nem ao menos sabemos como se sucedeu.

As redes de contatos que vamos criando, e consequentemente, núcleo de amizades/colegas/família, são embasados em algo não sólido, e que quando percebemos, estamos sozinhos, e essa “cegueira” acaba por nos tirar algo que é realmente caro, sem ao menos nos despedirmos adequadamente.

Tantas informações, e uma necessidade gritante de se chegar ao melhor lugar, ser o melhor, e conseguir ter o melhor, tem nos feito apenas mais uma “abelha” com sua tarefa designada. O único diferencial é que não somos tão perfeitos como os outros animais, e nossas falhas acabam por nos carecer de uma coisa básica: o autoconhecimento.

Estamos nos perdendo, dos outros, e infelizmente, e o pior de tudo, de nós mesmos.

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Ao fim da sessão

Quando apareceu os créditos finais de Harry Potter e as Relíquias da Morte parte 2 fiquei sem palavras… para descrever minha indignação. Estou desde às 02:10 da madrugada do dia 15 pensando, pensando, como que o Yates conseguiu fazer essa m****!?

leonardo.

X-MEN: Primeira Classe

‘X-Men: Primeira Classe’ conta a história do épico início da saga dos X-Men e revela a história secreta de famosos eventos globais. Antes dos mutantes se revelarem ao mundo, e antes de Charles Xavier e Erik Lensherr assumirem os nomes de Professor X e Magneto, havia dois jovens descobrindo seus poderes. Nada de arqui-inimigos: naquela época, eles eram amigos íntimos e trabalhavam junto com outros mutantes (algo familiar, algo novo) para deter o Armagedom. Nesse processo, uma grave desavença aconteceu, dando origem à eterna guerra entre a Irmandade de Magneto e os X-Men do Professor X.

Não chego a ser um Geek como o pessoal de The Big Bang Theory mas amo de paixão determinadas coisas ligadas à este mundo Nerd. E HQs é um deles. X-Men é um grande tópico entre alguns amigos, e passamos horas e horas discutindo sobre determinadas sagas, personagens, etc. Principalmente, comentando sobre as adaptações feitas para o cinema, e não poderia deixar de dedicar um post ao novo filme dos mutantes.  Carrego a opnião de que os dois primeiros filmes da trilogia X-Men foram excelentes. O terceiro filme é apenas um filme, faltou aquela paixão pela história em si, ficou meramente uma adaptação. Mas este X-Men Primeira Classe é um filme completamente expetacular. Supera qualquer outra adaptação já feita aos super-heróis de qualquer universo, e opaca um pouco o brilho da saga inicial dos mutantes.

Um dos motivos, que é muito bem perceptível, é visar o lado humano nos personagens, e não fazer um filme de pancadaria – vide Transformes 2. O filme flui num ritmo muito bom e a cada cena você é presenteado, seja visualmente falando, seja em questão de roteiro.

Porém mesmo o filme contando desde o princípio, acredito que para se obter uma completa experiência, absorvendo tudo o que ele consegue proporcionar, é preciso se ter no minímo de conhecimento sobre os X-Mens. E assistir a trilogia seria ótimo – e bem mais rápido.

Indico, com muito fervor! É muito, muito bom.

leonardo.


Leo. O dono dos pensamentos aqui depositados.

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